Sobre
Uma regra simples: mostrar sempre de onde vem o número.
Muita informação financeira em português chega sem fonte, sem data e com uma opinião escondida lá dentro. Este site foi construído ao contrário disso.
Quem escreve
Chamo-me Diogo Vieira. Trabalhei na construção civil e trabalho agora em publicidade online. Não venho da área financeira, e digo-o logo à cabeça porque me parece que é a informação mais útil que lhe posso dar sobre este site.
Isto começou quando o meu salário passou a dar folga ao fim do mês. Pela primeira vez tinha dinheiro parado e uma pergunta que não sabia responder: o que faço com isto? Fui procurar. E o que encontrei foi um monte de artigos que ou repetiam o óbvio, ou vendiam alguma coisa, ou davam números sem dizer de onde vinham.
Ao falar com pessoas à minha volta percebi que não era só eu. Muita gente na mesma situação — algum dinheiro de lado e nenhuma ideia clara das opções, das regras, ou do que cada coisa custa de imposto. Não é falta de inteligência. É que a informação existe, mas está espalhada por despachos, portarias e sítios oficiais que ninguém abre ao fim de um dia de trabalho.
Por isso fiz este site: para pôr num sítio só as contas que eu próprio precisei de fazer, com as fontes à vista, para que quem vier a seguir não tenha de as procurar outra vez.
Que experiência tenho
Gosto de perceber contas e ando a estudar isto por conta própria. É toda a experiência que tenho, e não vou inflacioná-la com títulos que não possuo.
O que compensa isso é o método. Cada número aqui vem de uma fonte oficial identificada — Diário da República, Portal das Finanças, Banco de Portugal, IGCP, Segurança Social. Cada cálculo é testado contra exemplos publicados por entidades independentes antes de sair. Cada página diz quando foi revista. E quando as fontes divergem, ou quando não consigo confirmar um valor, isso fica escrito na própria página em vez de ser arredondado.
É uma troca honesta: não lhe trago credenciais, trago-lhe o trabalho de verificação já feito e as fontes para poder confirmar por si.
Limites
O que este site não é, e não vai ser
Não é aconselhamento financeiro
Não sou consultor registado na CMVM, não presto consultoria para investimento e não faço recomendações. Explico regras e conceitos para que decida por si ou com quem esteja habilitado a aconselhá-lo.
Não diz o que comprar
Não vai encontrar aqui "compre isto" nem "o melhor produto para si". Quando comparo produtos, apresento dados públicos com a fonte e a data — a escolha continua a ser sua.
Não prevê o futuro
Não dou opiniões sobre a evolução de ações, criptoativos ou taxas de juro. Rendibilidades passadas não garantem rendibilidades futuras, e ninguém sabe o que vem a seguir.
Não responde a casos pessoais
Não posso dizer-lhe que crédito escolher nem onde pôr as suas poupanças, mesmo que me pergunte por email. Não conheço a sua situação e não estou habilitado a fazê-lo.
Método
Como um conteúdo chega aqui
- 1A pergunta primeiro. Cada guia nasce de uma pergunta concreta que alguém faz mesmo, não de uma palavra-chave com volume de pesquisa.
- 2Fonte primária, sempre. Diário da República, Portal das Finanças, Banco de Portugal, CMVM, ASF, IGCP, Segurança Social. Sites de terceiros servem para encontrar a fonte, nunca para a substituir.
- 3Contas testadas. Onde há cálculo, é verificado contra exemplos publicados por entidades independentes antes de sair. Se não bate certo, não se publica.
- 4Dizer o que não se sabe. Quando uma fonte não é pública ou os dados divergem entre si, isso fica escrito na página. É preferível a arredondar.
- 5Data à vista. Cada página mostra quando foi revista pela última vez. Se a lei mudar, a página muda ou sai.
- 6Correção com nota. Quando erro, corrijo na própria página e digo o que estava errado, com data. Não apago o rasto.
Fontes
Onde vou buscar os números
Nada aqui é escrito de memória. Estas são as entidades cujas publicações sustentam o conteúdo do site.
Como este site se financia
De duas formas, ambas assinaladas: links de afiliado e, eventualmente, publicidade identificada como tal. Se subscrever ou comprar através de um link de afiliado, o site pode receber uma comissão — sem qualquer custo acrescido para si.
Três regras que não se negoceiam: a existência de comissão nunca determina o que é publicado nem a ordem por que os produtos aparecem; não se aceita pagamento por avaliações favoráveis; e conteúdos pagos são identificados como publicidade. Os detalhes estão no aviso legal.
Encontrou um erro?
É a mensagem mais útil que me pode mandar. Escreva para ola@jurosimples.pt ou use o formulário de contacto. As correções são feitas na própria página, com nota e data.